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27 de fevereiro de 2015

Cultivando uma vida espiritual saudável

TEMA: CULTIVANDO UMA VIDA ESPIRITUAL SAUDÁVEL
TEXTO BÍBLICO: 1ª Ts 5:12-22
INTRODUÇÃO:

Por que Paulo escreveu esta carta? De acordo com alguns estudiosos por dois motivos principais. Em primeiro lugar, Paulo tinha o interesse de assegurar aos tessalonicenses o seu amor e interesse por eles. Afinal, Paulo havia deixado a cidade às pressas durante a noite e não desejava que imaginassem que os havia abandonado. O segundo motivo é que os inimigos de Paulo estavam atacando seu caráter e dizendo aos recém-convertidos que seu líder era, na verdade, um charlatão que pregava a religião só para ganhar dinheiro (1ª Ts 2). As cartas escritas por Paulo às Igrejas sempre tentavam responder às perguntas que surgiam das comunidades. Sendo assim, a carta de 1ª Ts não é diferente. 
COMO CULTIVAR UMA VIDA ESPIRITUAL SAUDÁVEL?
I – NUTRINDO UM BOM RELACIONAMENTO COM A LIDERANÇA (V.12,13)
II – SENDO UM INSTRUMENTO DE DEUS PARA A EDIFICAÇÃO DA IGREJA (V.14)
III – VIVENDO UMA ESPIRITUALIDADE BÍBLICA SADIA (V.15-22)
Que amemos cultivar nossa vida de comunhão com o nosso Deus diariamente. Que Deus nos abençoe.

Marco Carvalho

Teologia e Espiritualidade para um ministério saudável


SERMÃO DE ABERTURA DO SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DE AGOSTINHO PORTO 
TEMA: TEOLOGIA E ESPIRITUALIDADE PARA UM MINISTÉRIO SAUDÁVEL
TEXTO BÍBLICO: Tito 1.1-4
INTRODUÇÃO:
             Vivemos num mundo marcado pelos efeitos noéticos do pecado. Nesta sociedade cada vez mais líquida conforme diz o sociólogo Zygmunt Bauman, as relações estão sem fundamentos coerentes. E obviamente que a igreja também é mergulhada neste mundo místico e pseudo-intelectual onde a palavra de Deus tem sido solapada de muitos seminários. Em muitos contextos a assim chamada casa dos profetas tem se tornado um covil de ladrões da alma e da esperança de muitos vocacionados(as) que se deparam com verdadeiros cemitérios ao invés de seminários.
O subjetivismo e o existencialismo do homem pós-moderno teimam em infiltrar-se na mente e no coração dos desavisados que no alto de sua arrogância pensam ter descoberto a pólvora. Entretanto, somente a palavra de Deus pode alcançar a mente humana e discernir nosso coração enganoso por novidades teológicas que encantam o nosso ego mais pouco falam ao coração da congregação. Amém.
De acordo com alguns estudiosos, essa é uma das cartas pastorais escritas pelo apóstolo Paulo. É também a mais breve delas. As cartas pastorais são orientações práticas do veterano apóstolo aos seus filhos na fé, Timóteo e Tito, ensinando-lhes a maneira certa de agirem à frente da igreja de Deus, como representantes do apóstolo e pastores do rebanho. Quanto à epístola de Paulo a Tito, John Stott diz que a ênfase dessa carta é a doutrina e o dever nas três esferas que atuamos: a igreja, a família e o mundo.
Esta carta é importante para nossa reflexão hoje porque infelizmente existem muitos pastores(as) perdidos e confusos no ministério. Alguns estão cansados da obra e na obra, enquanto outros vivem na indolência sem se afadigar na Palavra (IªTm 5.17), sem vigiar o rebanho e sem apascentar com conhecimento e inteligência o povo de Deus (Jr 3.15).
A carta não foi dirigida apenas a Tito, mas a toda a igreja cretense. O fato de Paulo fazer uma síntese da mensagem apostólica logo na introdução deixa claro que sua epístola foi dirigida não apenas a Tito, mas também às igrejas da ilha de Creta. Para o teólogo William Hendriksen, por sua vez, diz que a introdução de Paulo está em total conformidade com o caráter e o propósito da epístola, uma vez que a sã doutrina caminha de mãos dadas com a vida de santificação e a realização das boas obras.
O meu desejo nesta noite é mostrar através do texto que iremos expor que teologia e espiritualidade devem se casar e não divorciar-se no labor teológico dos vocacionados(as) por Cristo e que se quisermos ter um ministério saudável precisaremos nos submeter ao crivo das escrituras como alicerce em nossos ministérios.

Para um ministério ter uma teologia e espiritualidade saudável é preciso...
I – RECONHECER QUE TODOS SOMOS SERVOS(as) DE DEUS (v.1a)
II – ENTENDER QUE O NOSSO CHAMADO DEVE TRAZER MATURIDADE AOS ELEITOS (v.1b)
III – PRODUZIR UM PLENO CONHECIMENTO DA VERDADE DE DEUS (v.1c)
IV – CAMINHAR EM UMA VIDA PIEDOSA (v.1d)

Que Deus nos abençoe!
Marco Carvalho

17 de junho de 2014

MANTENDO MEU COMPROMISSO COM DEUS



 
SERMÃO PREGADO NA IGREJA BATISTA CENTRAL EM HONÓRIO GURGEL
TEMA: MANTENDO MEU COMPROMISSO COM DEUS
TEXTO: ECLESIASTES 5:1-7
 I – ESTANDO EM SUA PRESENÇA COM HUMILDADE (V.1)


"Quando você for ao santuário de Deus, seja reverente. Quem se aproxima para ouvir é melhor do que os tolos que oferecem sacrifício sem saber que estão agindo mal".
II – ORANDO AO SENHOR COM SABEDORIA (V.2,3)
"Não seja precipitado de lábios, nem apressado de coração para fazer promessas diante de Deus. Deus está nos céus, e você está na terra, por isso, fale pouco. Das muitas ocupações brotam sonhos; do muito falar nasce a prosa vã do tolo".


III – SENDO DEPENDENTE DA GRAÇA DE DEUS (V.4-6)

"Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a Deus; cumpra o seu voto. É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir. Não permita que a sua boca o faça pecar. E não diga ao mensageiro de Deus: "O meu voto foi um engano". Por que irritar a Deus com o que você diz e deixá-lo destruir o que você realizou"?

CONCLUSÃO
O texto termina no versículo 7 dizendo que: "Em meio a tantos sonhos, absurdos e conversas inúteis, tenha temor de Deus". Isso significa respeito, reverência, mas também observância de sua Palavra, de Seus preceitos. Adoração verdadeira, oração consciente, resolução de obedecer. Supliquemos pela ação do Espírito Santo, em nossas vidas, para nos iluminar o entendimento e nos trazer para mais perto da sua Lei. Amém. 

Pr. Marco Antônio Carvalho

11 de junho de 2014

RESTAURANDO RELACIONAMENTOS QUEBRADOS



 

TEMA: RESTAURANDO RELACIONAMENTOS QUEBRADOS
TEXTO BÍBLICO: MATEUS 18:15-20
INTRODUÇÃO: Realizar a exposição do texto e a relevância do assunto para o corpo de Cristo.

Objetivo Geral: Devocional
Objetivo Específico: Gerar no coração dos cristãos o correto entendimento sobre o poder do perdão para que possamos imitar o mesmo gesto que Cristo teve conosco.

I – RECONHECER QUE SOMOS PECADORES (v. 15)
 "Se teu irmão pecar contra ti, vai e, em particular com ele, conversem sobre a falta que cometeu. Se ele te der ouvidos, ganhaste a teu irmão".


II – ASSUMIR QUE TEMOS RESPONSABILIDADE COM QUEM NOS OFENDE (v. 15)
"...conversem sobre a falta que cometeu. Se ele te der ouvidos, ganhaste a teu irmão". 
III – LUTARMOS PARA RESTAURAR O RELACIONAMENTO EQUILIBRADAMENTE (v. 15-17a) 
"Se teu irmão pecar contra ti, vai e, em particular com ele, conversem sobre a falta que cometeu. Se ele te der ouvidos, ganhaste a teu irmão. Porém, se ele não te der atenção, leva contigo mais uma ou duas pessoas, para que pelo depoimento de duas ou três testemunhas, qualquer acusação seja confirmada.
Contudo, se ele se recusar a considerá-los, dizei-o à igreja;..."
IV – ENTENDER QUE O OFENSOR NÃO QUEIRA RECEBER O PERDÃO (v. 17b)


"...dizei-o à igreja; então, se ele se negar também a ouvir a igreja, trata-o como pagão ou publicano".
V – CRER QUE O ÚNICO CAMINHO PARA SERMOS RESTAURADOS É O PERDÃO (v. 18-20)
"Com toda a certeza vos asseguro que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado no céu. Uma vez mais vos asseguro que, se dois dentre vós concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus. Porquanto, onde se reunirem dois ou três em meu Nome, ali Eu estarei no meio deles”. Quantas vezes se deve perdoar".


CONCLUSÃO:
  É mais fácil falar de perdão do que perdoar. O perdão não é coisa fácil, mas ele é necessário. Não podemos ser verdadeiros cristãos sem o exercício do perdão.  Não podemos nos contentar com uma cura superficial dos relacionamentos feridos. Não podemos ignorar o poder da mágoa nem achar que o silêncio ou o tempo, por si mesmos, possam trazer cura para esses relacionamentos quebrados.
 O perdão é mais do que sentimento, é uma atitude. Devemos perdoar porque fomos perdoados e devemos perdoar como fomos perdoados. Devemos apagar os registros que temos guardado nos arquivos da nossa memória. Não devemos cobrar mais aquilo que já perdoamos nem lançar mais no rosto da pessoa aquilo que já resolvemos aos pés do Salvador. O perdão é uma obra da graça de Deus em nós e através de nós. Que Deus nos dê a alegria da cura dos relacionamentos. Amém.
Pr. Marco Antônio Carvalho